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Se existir vida n´outro lugar, sua evolução obedeceria à Seleção Natural? É o Darwinismo, Universal?

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R$ 822
alcançados de R$ 12.000
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Segundos restantes
Se existir vida n´outro lugar, sua evolução obedeceria à Seleção Natural? É o Darwinismo, Universal?
Apadrina un joven científico esta Navidad para que tenga futuro. Ayudadnos a completar el objetivo ☛
¡Allá vamos, @Charles R. Darwin!

Astrobiologia é uma área de pesquisa que procura formas de vida ou ambientes propícios à vida em corpos celestes, sejam planetas, luas, meteoros, estrelas e etc... Mas se supusemos que exista vida, em outros planetas ou luas, por exemplo, como terá sido sua evolução? Será que a evolução da vida, mesmo fora da Terra, também obedeceria à Teoria da Seleção Natural de Charles Darwin? Seria o Darwinismo “universal”?

Os estudos de Darwin influenciam muito das buscas por vida, uma vez que as definições mais gerais de vida estariam fundamentadas em tudo àquilo que passaria por um processo de seleção natural. Portanto, “se existe vida fora da Terra, conseguiríamos detectá-la utilizando ferramentas baseadas no Darwinismo Universal?”. Caso exista outra vida seriam iguais, semelhantes ou radicalmente diferentes? Deriva daí a busca de uma “biologia universal”, no sentido de construir definições válidas aqui e em qualquer lugar que não falhem na detecção, isto é, caso exista vida em outros planetas seríamos capazes de detectá-la com as ferramentas que dispomos? Caso não o que falta para complementarmos?

Para essa viagem é que gostaria de convidá-los a participar, colaborando com esse trabalho, que poderá trazer resultados com implicações não só quanto à biologia e a (s) ciência (s), mas também quanto a questões filosóficas sobre nosso papel no Universo. Esse desafio só será possível com sua participação.


Alguns brindes:
Como diria o autor, "Não é sempre que uma personagem comparece ao lançamento de um livro".
Seja a 18° estrela mais brilhante da Constelação de Escorpião e brilhem como padrinho DIAMANTE.

Não vou revelar que vários personagens da astrobiologia e situações reais foram parar dentro do livro. Quando a ficção se confunde com a realidade, difícil saber qual a verdadeira.

Um brinde de "Impacto"
Padrinho MARFIM ganha um meteorito!!
São limitados (antes que o laboratório de astrobiologia me mate..corre!!)

Concepção artística da lua Europa (NASA/JPL-Caltech)

Ao propor quais os "ingredientes universais" faltariam para caminharmos a um padrão de vida mais geral, a própria Terra é nosso laboratório: sistemas biológicos radicalmente diferentes poderiam seguir, ao menos em parte, os mesmos caminhos evolutivos se considerarmos que as propriedades físico-químicas de auto-organização e autonomia se repetiriam em qualquer lugar do Universo. Assim, parte dessa busca “não está lá fora”: para entender questões astrobiológicas fundamentais, portanto, devemos entender antes a origem, a evolução e a diversificação da vida na própria Terra.

Nesse contexto, faz-se necessário estabelecer o que se entende por uma biologia universal, uma vez que todas as formas de organização viva conhecidas são terrestres, é apropriado questionar sobre a universalidade da biologia como um objeto de pesquisa válido. A melhor maneira de testar a hipótese da emergência múltipla da vida é adotar a estratégia de criar nossos próprios sistemas e ver até onde chegamos: a biologia sintética poderia mostrar as raízes as quais um sistema começaria ter comportamento biológico.

Esta pesquisa, portanto, propõe um estudo à luz das abordagens da biologia sintética (modelos protocelulares de origem da vida) para iluminar a relação entre estruturas organizativas e concepções evolutivas.

Tese doutoral de Ben-Shirt defendida fevereiro de 2016 (doutorando de Ruiz-Mirazó).

A partir daí, tentaremos estabelecer algumas das bases conceituais sobre as quais fosse possível construir uma teoria biológica geral. Com esse propósito, trabalharemos com a hipótese de que o estudo de modelos mínimos (nesse caso, protocelulares) e seus constraints (restrições) ecológicos são adequados para extrair conclusões de caráter geral sobre as ambas as dimensões. A protocélula, sistemas celulares mínimos capazes de auto replicar-se, é a nossa proposta como ponte de conexão, pois a fim de entender como evolui a vida, devemos antes entender as bases organizativas nas quais ela se desenvolve e diversifica.

Fundamentalmente, perguntaríamos: como se dá a integração funcional de um sistema individual a dimensão coletiva (histórica)?


Uma perspectiva que aborde a organização biológica e a evolução de forma conjunta pode ser capaz de oferecer uma visão mais completa e coerente do organismo, a partir daí justifica-se o projeto no intuito de iniciar um processo de reabilitar o ideal de universalidade biológica.


Implicações bioassinaturas

Conforme mencionado sobre a importância de estudar condições ambientais de outros planetas fica a pergunta: como fazemos estas buscas? Utilizando sondas planetárias, como os rovers atualmente presentes em Marte, e os futuramente planejados (ExoMars), é possível realizar experimentos de espectroscopia in situ, a fim de obter informações de composição química. Essa é uma das maneiras de, possivelmente, detectar moléculas que possam ser relacionadas à presença de vida atual ou fóssil. Essas moléculas de vida são conhecidas como bioassinaturas: quaisquer atributos químicos, físicos ou fisiológicos cujo padrão requer a ação de um agente biológico. Micro-organismos extremófilos terrestres --presentes em ambientes inóspitos, do fundo dos mares à estratosfera --- e os subprodutos de seu metabolismo são os modelos utilizados nessa busca.


Europa's "Great Lake." Scientists speculate many more exist throughout the shallow regions of the moon's icy shell. Credit: Britney Schmidt/Dead Pixel VFX/Univ. of Texas at Austin

Desse modo, a busca de bioassinaturas só tem sentido ao conectar ingredientes organizativos e evolutivos em conjunto, e assim, explicar a ordem biológica onde quer que exista. O Darwinismo é nosso ponto de partida como uma ferramenta poderosa que aponta ao ideal de universalidade que buscamos. Mas ainda falta muito para complementá-lo...assim..

Como Darwin termina sua grande obra é onde começa a nossa, embarque nas infinitas formas de grande beleza conosco:

«There is a grandeur in this view of life, with its several powers, having been originally breathed into a few forms or into one; and that whilst this planet has gone cycling on according to the fixed law of gravity, from so simple a beginning endless forms most beautiful and most wonderful have been, and are being, evolved.» A Origem das Espécies, 1859.

Créditos imagem: Robson Aleixo. Cientista da Computação - USP.

O que nós esperamos é que essa relação nos dê pistas acerca da evolução da vida no universo, se essa evolução seguiria alguns processos e padrões evolutivos ocorridos e que continuam ocorrer na Terra. Em outras palavras, que nos dê pistas sobre como caminharemos a uma Teoria mais geral da Biologia e com isso descobrir o que se entende por “lei” em biologia uma vez que a característica que distingue os sistemas vivos dos não vivos é sua historicidade. Assim, a despeito da historicidade da vida (vide pôster abaixo) nos questionamos quais padrões se repetiriam aqui ou em outro lugar do Universo.


Espero por suas perguntas e opiniões sobre a pesquisa, e será um imenso prazer debatermos e trocarmos opiniões.
Colabore com a Ciência. Unindo continentes é a prova maior que todos podemos ser um pouco Astrobiólogos.

Etapas do Trabalho

A primeira etapa do trabalho consiste em entender os tipos de explicação científica: históricas, nomológicas e mecanicistas. Convidamos a abrir a porta do desconhecido com nosso primeiro pôster e entender que modelos Darwin construiu para responder quais tipos de perguntas e que modelos queremos construir para resolver quais novas perguntas.

Poster Cortesia Click para ampliar


Isso supõe entender os tipos de explicação em ciência, neste caso, o objetivo desta etapa é entender o que é a historicidade da vida frente sua universalidade e como entrelaçamos narrativas e leis em biologia que nos permitam caminhar a um Darwinismo Estendido no qual sem falar em ‘leis’ a biologia teria certo caráter nômico e generalizações restringidas.


Esquema geral: desde as moléculas até os sistemas. A complexidade química daria lugar biomoléculas em um meio heterogêneo, quem sabe como previa Darwin "en un charco de água temblada".

Mais informações: Artigo científico: Prebiotic Systems Chemistry: New Perspectives for the Origins of Life“, Kepa Ruiz-Mirazo, Carlos Briones e Andrés de la Escosura. Chemical Reviews 2014, 114, 285-366. DOI: 10.1021/cr2004844



Para esta 1ª etapa nossos valores todos públicos são referentes às taxas de renovação de matricula e podem ser acessadas no site da Universidade. Estamos no 2º ano, a tabela referente esta na 2ª coluna multiplicado por 15 créditos.

Total = 2.361,62 €

Total com câmbios variáveis + taxas da plataforma =2.500€


Apadrina un joven científico esta Navidad para que tenga futuro. No te olvides de ayudarnos a difundir esta campaña en redes sociales para que podamos alcanzar el objetivo y llegar a mucha más gente.

Pagina FB: 👍 Levando Darwin aos Extremos

Quedan apenas ■■□□□□ % para que la campaña Darwinismo sea realidad.

Ayudadnos a completar el objetivo.
¡Allá vamos, @Charles R. Darwin!

Créditos: Alabi, L.P.Créditos: Alabi, L.P.


 
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R$ 822
alcançados de R$ 12.000
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Você pode apoiar esta campanha até o dia 06/01/2017 às 23h59m59s
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Período de campanha
07/12/2016 - 06/01/2017 (30 dias)
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alcançados de R$ 12.000
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Período de campanha
07/12/2016 - 06/01/2017 (30 dias)
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Astrobiologia é uma área de pesquisa que procura formas de vida ou ambientes propícios à vida em corpos celestes, sejam planetas, luas, meteoros, estrelas e etc... Mas se supusemos que exista vida, em outros planetas ou luas, por exemplo, como terá sido sua evolução? Será que a evolução da vida, mesmo fora da Terra, também obedeceria à Teoria da Seleção Natural de Charles Darwin? Seria o Darwinismo “universal”?

Os estudos de Darwin influenciam muito das buscas por vida, uma vez que as definições mais gerais de vida estariam fundamentadas em tudo àquilo que passaria por um processo de seleção natural. Portanto, “se existe vida fora da Terra, conseguiríamos detectá-la utilizando ferramentas baseadas no Darwinismo Universal?”. Caso exista outra vida seriam iguais, semelhantes ou radicalmente diferentes? Deriva daí a busca de uma “biologia universal”, no sentido de construir definições válidas aqui e em qualquer lugar que não falhem na detecção, isto é, caso exista vida em outros planetas seríamos capazes de detectá-la com as ferramentas que dispomos? Caso não o que falta para complementarmos?

Para essa viagem é que gostaria de convidá-los a participar, colaborando com esse trabalho, que poderá trazer resultados com implicações não só quanto à biologia e a (s) ciência (s), mas também quanto a questões filosóficas sobre nosso papel no Universo. Esse desafio só será possível com sua participação.


Alguns brindes:
Como diria o autor, "Não é sempre que uma personagem comparece ao lançamento de um livro".
Seja a 18° estrela mais brilhante da Constelação de Escorpião e brilhem como padrinho DIAMANTE.

Não vou revelar que vários personagens da astrobiologia e situações reais foram parar dentro do livro. Quando a ficção se confunde com a realidade, difícil saber qual a verdadeira.

Um brinde de "Impacto"
Padrinho MARFIM ganha um meteorito!!
São limitados (antes que o laboratório de astrobiologia me mate..corre!!)

Concepção artística da lua Europa (NASA/JPL-Caltech)

Ao propor quais os "ingredientes universais" faltariam para caminharmos a um padrão de vida mais geral, a própria Terra é nosso laboratório: sistemas biológicos radicalmente diferentes poderiam seguir, ao menos em parte, os mesmos caminhos evolutivos se considerarmos que as propriedades físico-químicas de auto-organização e autonomia se repetiriam em qualquer lugar do Universo. Assim, parte dessa busca “não está lá fora”: para entender questões astrobiológicas fundamentais, portanto, devemos entender antes a origem, a evolução e a diversificação da vida na própria Terra.

Nesse contexto, faz-se necessário estabelecer o que se entende por uma biologia universal, uma vez que todas as formas de organização viva conhecidas são terrestres, é apropriado questionar sobre a universalidade da biologia como um objeto de pesquisa válido. A melhor maneira de testar a hipótese da emergência múltipla da vida é adotar a estratégia de criar nossos próprios sistemas e ver até onde chegamos: a biologia sintética poderia mostrar as raízes as quais um sistema começaria ter comportamento biológico.

Esta pesquisa, portanto, propõe um estudo à luz das abordagens da biologia sintética (modelos protocelulares de origem da vida) para iluminar a relação entre estruturas organizativas e concepções evolutivas.

Tese doutoral de Ben-Shirt defendida fevereiro de 2016 (doutorando de Ruiz-Mirazó).

A partir daí, tentaremos estabelecer algumas das bases conceituais sobre as quais fosse possível construir uma teoria biológica geral. Com esse propósito, trabalharemos com a hipótese de que o estudo de modelos mínimos (nesse caso, protocelulares) e seus constraints (restrições) ecológicos são adequados para extrair conclusões de caráter geral sobre as ambas as dimensões. A protocélula, sistemas celulares mínimos capazes de auto replicar-se, é a nossa proposta como ponte de conexão, pois a fim de entender como evolui a vida, devemos antes entender as bases organizativas nas quais ela se desenvolve e diversifica.

Fundamentalmente, perguntaríamos: como se dá a integração funcional de um sistema individual a dimensão coletiva (histórica)?


Uma perspectiva que aborde a organização biológica e a evolução de forma conjunta pode ser capaz de oferecer uma visão mais completa e coerente do organismo, a partir daí justifica-se o projeto no intuito de iniciar um processo de reabilitar o ideal de universalidade biológica.


Implicações bioassinaturas

Conforme mencionado sobre a importância de estudar condições ambientais de outros planetas fica a pergunta: como fazemos estas buscas? Utilizando sondas planetárias, como os rovers atualmente presentes em Marte, e os futuramente planejados (ExoMars), é possível realizar experimentos de espectroscopia in situ, a fim de obter informações de composição química. Essa é uma das maneiras de, possivelmente, detectar moléculas que possam ser relacionadas à presença de vida atual ou fóssil. Essas moléculas de vida são conhecidas como bioassinaturas: quaisquer atributos químicos, físicos ou fisiológicos cujo padrão requer a ação de um agente biológico. Micro-organismos extremófilos terrestres --presentes em ambientes inóspitos, do fundo dos mares à estratosfera --- e os subprodutos de seu metabolismo são os modelos utilizados nessa busca.


Europa's "Great Lake." Scientists speculate many more exist throughout the shallow regions of the moon's icy shell. Credit: Britney Schmidt/Dead Pixel VFX/Univ. of Texas at Austin

Desse modo, a busca de bioassinaturas só tem sentido ao conectar ingredientes organizativos e evolutivos em conjunto, e assim, explicar a ordem biológica onde quer que exista. O Darwinismo é nosso ponto de partida como uma ferramenta poderosa que aponta ao ideal de universalidade que buscamos. Mas ainda falta muito para complementá-lo...assim..

Como Darwin termina sua grande obra é onde começa a nossa, embarque nas infinitas formas de grande beleza conosco:

«There is a grandeur in this view of life, with its several powers, having been originally breathed into a few forms or into one; and that whilst this planet has gone cycling on according to the fixed law of gravity, from so simple a beginning endless forms most beautiful and most wonderful have been, and are being, evolved.» A Origem das Espécies, 1859.

Créditos imagem: Robson Aleixo. Cientista da Computação - USP.

O que nós esperamos é que essa relação nos dê pistas acerca da evolução da vida no universo, se essa evolução seguiria alguns processos e padrões evolutivos ocorridos e que continuam ocorrer na Terra. Em outras palavras, que nos dê pistas sobre como caminharemos a uma Teoria mais geral da Biologia e com isso descobrir o que se entende por “lei” em biologia uma vez que a característica que distingue os sistemas vivos dos não vivos é sua historicidade. Assim, a despeito da historicidade da vida (vide pôster abaixo) nos questionamos quais padrões se repetiriam aqui ou em outro lugar do Universo.


Espero por suas perguntas e opiniões sobre a pesquisa, e será um imenso prazer debatermos e trocarmos opiniões.
Colabore com a Ciência. Unindo continentes é a prova maior que todos podemos ser um pouco Astrobiólogos.

Etapas do Trabalho

A primeira etapa do trabalho consiste em entender os tipos de explicação científica: históricas, nomológicas e mecanicistas. Convidamos a abrir a porta do desconhecido com nosso primeiro pôster e entender que modelos Darwin construiu para responder quais tipos de perguntas e que modelos queremos construir para resolver quais novas perguntas.

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Isso supõe entender os tipos de explicação em ciência, neste caso, o objetivo desta etapa é entender o que é a historicidade da vida frente sua universalidade e como entrelaçamos narrativas e leis em biologia que nos permitam caminhar a um Darwinismo Estendido no qual sem falar em ‘leis’ a biologia teria certo caráter nômico e generalizações restringidas.


Esquema geral: desde as moléculas até os sistemas. A complexidade química daria lugar biomoléculas em um meio heterogêneo, quem sabe como previa Darwin "en un charco de água temblada".

Mais informações: Artigo científico: Prebiotic Systems Chemistry: New Perspectives for the Origins of Life“, Kepa Ruiz-Mirazo, Carlos Briones e Andrés de la Escosura. Chemical Reviews 2014, 114, 285-366. DOI: 10.1021/cr2004844



Para esta 1ª etapa nossos valores todos públicos são referentes às taxas de renovação de matricula e podem ser acessadas no site da Universidade. Estamos no 2º ano, a tabela referente esta na 2ª coluna multiplicado por 15 créditos.

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Créditos: Alabi, L.P.Créditos: Alabi, L.P.


 
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