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Podemos estar perto de um novo tratamento para o Alzheimer, e contamos com você para seguir adiante!

22
apoios
R$ 2.000
alcançados de R$ 85.000
43
Dias restantes
Podemos estar perto de um novo tratamento para o Alzheimer, e contamos com você para seguir adiante!

English description below!



Neste momento cerca de 47,5 milhões de pessoas no mundo estão sofrendo de algum tipo de demência. Somam-se a estes números os familiares e cuidadores, que sofrem junto. Dois em cada três destes casos de demência são causados pela Doença de Alzheimer, uma doença incurável e devastadora para os pacientes e seus familiares. No Alzheimer, uma série de alterações químicas no cérebro causam pouco a pouco a perda da capacidade dos neurônios de comunicarem-se entre si. Essa comunicação é fundamental para que nosso cérebro funcione normalmente e possa exercer funções tão preciosas para nós como a memória, o raciocínio, a linguagem e as emoções. Na doença de Alzheimer, todas estas funções estão comprometidas.



O Diabetes é uma outra doença muito presente na população mundial. No diabetes, os níveis de glicose no sangue aumentam gerando consequências graves para o organismo. Para que tecidos do corpo como músculo, gordura e fígado (chamados tecidos periféricos) absorvam a glicose do sangue, eles precisam de um sinal especial, que é dado pela insulina. O que acontece no diabetes chamado de “diabetes tipo 2” é que as células dos tecidos periféricos não “sentem” mais o sinal da insulina e por isso deixam de absorver glicose do sangue. Diz-se que estes tecidos tornaram-se “resistentes à insulina”. Felizmente, ao contrário da doença de Alzheimer, já estão disponíveis diversos medicamentos capazes de controlar o diabetes tipo 2 de maneira bastante eficiente. O que esses medicamentos fazem, basicamente, é restaurar a capacidade dos tecidos periféricos de “sentir” o sinal da insulina e responder apropriadamente a ela.



Muito bem. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?! Afinal, uma doença afeta somente o cérebro, outra afeta os tecidos periféricos... Alzheimer não tem nada a ver com diabetes, certo? ... Errado!

Acontece que, na última década, médicos e cientistas perceberam que pacientes diabéticos tem muito mais chance de desenvolver Alzheimer do que quem não teve diabetes. Além disso, foi descoberto recentemente que neurônios também são sensíveis ao sinal da insulina e que este sinal é muito importante para o bom funcionamento do cérebro e para a formação das memórias.

E é aí que nós entramos!





Nossa equipe dos Laboratórios de Investigação da Doença de Alzheimer (LInDA) e de Doenças Neurodegenerativas (LDN) da UFRJ descobriu recentemente que toxinas que se acumulam no cérebro na doença de Alzheimer atacam os neurônios tornando-os resistentes à insulina – assim como acontece com as células periféricas no diabetes – e que isso prejudica o funcionamento cerebral. Interessante, não é mesmo?! Pois mais interessante ainda é a possibilidade que surge dessa descoberta. Talvez você mesmo já esteja se fazendo essa pergunta: será que os medicamentos que restauram a sensibilidade dos tecidos periféricos à insulina no diabetes são capazes de fazer o mesmo com os neurônios doentes do paciente com Alzheimer?! Será?




Na ciência, perguntas interessantes não podem ficar sem resposta! Principalmente se a resposta a essas perguntas tiver potencial para um impacto muito positivo na vida de milhões de pessoas, como neste caso. Por isso, estamos direcionando nossos esforços para buscar esta resposta. Já começamos estas pesquisas, e os resultados são bastante animadores! Em nossos experimentos, os medicamentos antidiabéticos vêm se mostrando capazes não só de proteger os neurônios e o cérebro em modelos que imitam em laboratório o que ocorre na doença, como também são capazes de reverter quadros já instalados de perda de memória nestes modelos. Os resultados são tão promissores que até mesmo o NIH, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, baseado em nossas descobertas e nas de outros grupos, deu início a estudos clínicos com pacientes para avaliar a eficácia destes medicamentos antidiabéticos e da própria insulina no tratamento da doença de Alzheimer.



Pensar que um tratamento para o Alzheimer pode estar bem mais perto do que imaginávamos é de fato muito animador! Mas não tem nada garantido, e é por isso que as pesquisas não podem parar...

E é aí que VOCÊ entra!

Você pode fazer parte de tudo isso colaborando nessa campanha! Precisamos da sua ajuda para impulsionar pesquisas de ponta feitas aqui no Brasil sobre a doença de Alzheimer, compreendendo seus mecanismos e buscando novos medicamentos para tratar ou até mesmo prevenir o surgimento deste tipo de demência que traz tanto sofrimento e prejuízo para as pessoas.

Além de se tornar um membro fundamental de nossa equipe de cientista contribuindo com uma causa tão nobre e ajudando a avançarmos no tratamento da doença de Alzheimer, veja o que você ainda ganhara como recompensa:







Nosso equipe já vem desenvolvendo esta linha de pesquisa a alguns anos, como podemos ver nessas reportagens:

O Globo - Alzheimer é um diabetes do cérebro

UOL Notícias - Brasileiros lideram pesquisa buscando causa e tratamento para o alzheimer

Rede GLOBO - Remédios antidiabetes podem tratar Alzheimer

Esse processo é muito caro, e é aí que precisamos de seu apoio. O dinheiro será utilizado para comprar reagentes, manutenção dos biotérios e dos diversos equipamentos usados na pesquisa.


Muito obrigado pelo seu apoio. Fique atento à página de nosso projeto pois estaremos sempre postando atualizações sobre o andamento da pesquisa.


APOIO:

Neuroforma


We may be close to a new treatment against Alzheimer’s and we are counting on your help to keep moving forward!

Alzheimer’s and diabetes

Right now, nearly 50 million people are suffering from dementia—an emotional and financial burden shared by patients, family members and caregivers. Two out of every three cases of dementia are caused by Alzheimer’s disease, a progressive and incurable condition. Alzheimer’s patients go through a sequence of chemical alterations in their brains that gradually cause neurons to become unable to talk to one another. This communication between neurons is fundamental for normal brain function; it is the basis for some of what is most precious to us: our memories, our reasoning, language, and emotions. Slowly but surely, Alzheimer’s disease takes them all away.

Diabetes is another disease that is highly prevalent in the world population. In diabetes, blood glucose levels are increased, causing grave consequences for the body. In order for tissues such as our muscles, fat and liver (peripheral tissues) to absorb blood glucose, they need a special signal, that is given by the hormone insulin. What happens in type 2 diabetes for instance, is that cells in peripheral tissues no longer ‘feel’ the insulin signal, and therefore no longer absorb glucose from the blood. When a cell behaves in this way we say that it has become ‘insulin resistant’. Thankfully, unlike Alzheimer’s, diabetes already has numerous effective medications available, which help patients keep it in check. What these medications do, basically, is to restore the tissues’ capacity to ‘feel’ the insulin signal and respond to it appropriately.

Alright. But what does one thing have to do with the other?! After all, one is a disease of the brain, the other affects peripheral tissues… Alzheimer’s has nothing to do with diabetes, right? ...Wrong!

The fact is that, in the last decade, physicians and scientists have found that diabetic patients have a much higher chance of developing Alzheimer than do patients who never had diabetes. Besides, it was recently found that neurons are also sensitive to insulin, and that its signal is really important for the normal functioning of the brain, including memory formation.

And that’s where we come in!

Our research

Our team, split into two laboratories focused on Alzheimer’s disease (LInDA and LDN, in their Portuguese acronyms), at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), recently found that toxins that accumulate in the Alzheimer’s brain attack neurons and make them insulin resistant—just like peripheral cells in diabetes—and that impairs brain function. Interesting, isn’t it?! But even more interesting is the possibility that stems from that discovery. Perhaps you are already asking yourself this question: Are medications that restore insulin sensitivity to peripheral tissues also capable of doing the same to the impaired neurons of Alzheimer’s patients?

In Science, interesting questions must not be left unanswered! Especially if the answer to these questions has the potential to positively impact the lives of millions of people, as it does in this case. Because of that, we are focused on finding that answer. We have already started on this research, and the results are quite encouraging! In our experiments, antidiabetic medications not only have been able to protect neurons in models that mimic what happens in Alzheimer’s, but have also reverted memory loss in these same models. These results are so promising that the National Institutes of Health (NIH-USA), based on our discoveries and those of other groups, have begun clinical trials to test the efficacy of these antidiabetic medications and of insulin itself in treating Alzheimer’s.

To think that a treatment for Alzheimer’s may be much closer than we imagined is very encouraging indeed! But we can’t take anything for granted—that is why research must go on…

And that is where YOU come in!

You can be part of all this by collaborating with this campaign! We need your help to boost this cutting-edge Alzheimer’s research, to understand its mechanisms and find new medications to treat or prevent this painful and costly disease.

In addition to becoming an important member of our research team and contributing to the noble cause of fighting Alzheimer’s, we have some additional rewards for you:

Rewards

30,00 BRL (approx. 10 USD) – A Thank You email!

50,00 BRL (approx. 15 USD) – A high-resolution image of a neuron captured during our experiments!

120,00 BRL (approx. 40 USD) – Campaign T-shirt (and previous rewards) OR Campaign mug (and previous rewards)

250,00 BRL (approx. 80 USD) – Campaign T-shirt AND mug + cognitive training (1-month plan) by the Neuroforma team

400,00 BRL (approx. 130 USD) – Cognitive training (1-year plan) by the Neuroforma team

700,00 BRL (approx. 220 USD) – 3.28 ft. x 2.46 ft. framed image of neurons captured during our experiments!

1000,00 BRL (approx. 320 USD) – Guided visit to the UFRJ research Labs and lecture!

5000,00 BRL (approx. 1600 USD) – Meeting with the Principal Investigators of our Labs!

How will the money be used?

Our team has already been working on this line of research for a few years, as you can see in the media articles below:

O Globo - Alzheimer é um diabetes do cérebro (‘Alzheimer’s is diabetes of the brain’)

UOL Notícias - Brasileiros lideram pesquisa buscando causa e tratamento para o alzheimer(‘Brazilian scientists lead research project seeking the cause and cure for Alzheimer’s’)

Rede GLOBO - Remédios antidiabetes podem tratar Alzheimer (‘Antidiabetic medications may treat Alzheimer’s’)

Neuroscience is expensive, and we need your help. Contributions will be used to buy reagents and to maintain the animal facilities and all the equipment we use.

Thank you so much for your support. We will be posting regular updates on the status of our research right here on this page.


 
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R$ 2.000
alcançados de R$ 85.000
22
apoios
43
Dias restantes
Apoiar esta campanha
Você pode apoiar esta campanha até o dia 04/12/2017 às 23h59m59s
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Período de campanha
05/10/2017 - 04/12/2017 (60 dias)
R$ 2.000
alcançados de R$ 85.000
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Período de campanha
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Neste momento cerca de 47,5 milhões de pessoas no mundo estão sofrendo de algum tipo de demência. Somam-se a estes números os familiares e cuidadores, que sofrem junto. Dois em cada três destes casos de demência são causados pela Doença de Alzheimer, uma doença incurável e devastadora para os pacientes e seus familiares. No Alzheimer, uma série de alterações químicas no cérebro causam pouco a pouco a perda da capacidade dos neurônios de comunicarem-se entre si. Essa comunicação é fundamental para que nosso cérebro funcione normalmente e possa exercer funções tão preciosas para nós como a memória, o raciocínio, a linguagem e as emoções. Na doença de Alzheimer, todas estas funções estão comprometidas.



O Diabetes é uma outra doença muito presente na população mundial. No diabetes, os níveis de glicose no sangue aumentam gerando consequências graves para o organismo. Para que tecidos do corpo como músculo, gordura e fígado (chamados tecidos periféricos) absorvam a glicose do sangue, eles precisam de um sinal especial, que é dado pela insulina. O que acontece no diabetes chamado de “diabetes tipo 2” é que as células dos tecidos periféricos não “sentem” mais o sinal da insulina e por isso deixam de absorver glicose do sangue. Diz-se que estes tecidos tornaram-se “resistentes à insulina”. Felizmente, ao contrário da doença de Alzheimer, já estão disponíveis diversos medicamentos capazes de controlar o diabetes tipo 2 de maneira bastante eficiente. O que esses medicamentos fazem, basicamente, é restaurar a capacidade dos tecidos periféricos de “sentir” o sinal da insulina e responder apropriadamente a ela.



Muito bem. Mas o que uma coisa tem a ver com a outra?! Afinal, uma doença afeta somente o cérebro, outra afeta os tecidos periféricos... Alzheimer não tem nada a ver com diabetes, certo? ... Errado!

Acontece que, na última década, médicos e cientistas perceberam que pacientes diabéticos tem muito mais chance de desenvolver Alzheimer do que quem não teve diabetes. Além disso, foi descoberto recentemente que neurônios também são sensíveis ao sinal da insulina e que este sinal é muito importante para o bom funcionamento do cérebro e para a formação das memórias.

E é aí que nós entramos!





Nossa equipe dos Laboratórios de Investigação da Doença de Alzheimer (LInDA) e de Doenças Neurodegenerativas (LDN) da UFRJ descobriu recentemente que toxinas que se acumulam no cérebro na doença de Alzheimer atacam os neurônios tornando-os resistentes à insulina – assim como acontece com as células periféricas no diabetes – e que isso prejudica o funcionamento cerebral. Interessante, não é mesmo?! Pois mais interessante ainda é a possibilidade que surge dessa descoberta. Talvez você mesmo já esteja se fazendo essa pergunta: será que os medicamentos que restauram a sensibilidade dos tecidos periféricos à insulina no diabetes são capazes de fazer o mesmo com os neurônios doentes do paciente com Alzheimer?! Será?




Na ciência, perguntas interessantes não podem ficar sem resposta! Principalmente se a resposta a essas perguntas tiver potencial para um impacto muito positivo na vida de milhões de pessoas, como neste caso. Por isso, estamos direcionando nossos esforços para buscar esta resposta. Já começamos estas pesquisas, e os resultados são bastante animadores! Em nossos experimentos, os medicamentos antidiabéticos vêm se mostrando capazes não só de proteger os neurônios e o cérebro em modelos que imitam em laboratório o que ocorre na doença, como também são capazes de reverter quadros já instalados de perda de memória nestes modelos. Os resultados são tão promissores que até mesmo o NIH, o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, baseado em nossas descobertas e nas de outros grupos, deu início a estudos clínicos com pacientes para avaliar a eficácia destes medicamentos antidiabéticos e da própria insulina no tratamento da doença de Alzheimer.



Pensar que um tratamento para o Alzheimer pode estar bem mais perto do que imaginávamos é de fato muito animador! Mas não tem nada garantido, e é por isso que as pesquisas não podem parar...

E é aí que VOCÊ entra!

Você pode fazer parte de tudo isso colaborando nessa campanha! Precisamos da sua ajuda para impulsionar pesquisas de ponta feitas aqui no Brasil sobre a doença de Alzheimer, compreendendo seus mecanismos e buscando novos medicamentos para tratar ou até mesmo prevenir o surgimento deste tipo de demência que traz tanto sofrimento e prejuízo para as pessoas.

Além de se tornar um membro fundamental de nossa equipe de cientista contribuindo com uma causa tão nobre e ajudando a avançarmos no tratamento da doença de Alzheimer, veja o que você ainda ganhara como recompensa:







Nosso equipe já vem desenvolvendo esta linha de pesquisa a alguns anos, como podemos ver nessas reportagens:

O Globo - Alzheimer é um diabetes do cérebro

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Esse processo é muito caro, e é aí que precisamos de seu apoio. O dinheiro será utilizado para comprar reagentes, manutenção dos biotérios e dos diversos equipamentos usados na pesquisa.


Muito obrigado pelo seu apoio. Fique atento à página de nosso projeto pois estaremos sempre postando atualizações sobre o andamento da pesquisa.


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Alzheimer’s and diabetes

Right now, nearly 50 million people are suffering from dementia—an emotional and financial burden shared by patients, family members and caregivers. Two out of every three cases of dementia are caused by Alzheimer’s disease, a progressive and incurable condition. Alzheimer’s patients go through a sequence of chemical alterations in their brains that gradually cause neurons to become unable to talk to one another. This communication between neurons is fundamental for normal brain function; it is the basis for some of what is most precious to us: our memories, our reasoning, language, and emotions. Slowly but surely, Alzheimer’s disease takes them all away.

Diabetes is another disease that is highly prevalent in the world population. In diabetes, blood glucose levels are increased, causing grave consequences for the body. In order for tissues such as our muscles, fat and liver (peripheral tissues) to absorb blood glucose, they need a special signal, that is given by the hormone insulin. What happens in type 2 diabetes for instance, is that cells in peripheral tissues no longer ‘feel’ the insulin signal, and therefore no longer absorb glucose from the blood. When a cell behaves in this way we say that it has become ‘insulin resistant’. Thankfully, unlike Alzheimer’s, diabetes already has numerous effective medications available, which help patients keep it in check. What these medications do, basically, is to restore the tissues’ capacity to ‘feel’ the insulin signal and respond to it appropriately.

Alright. But what does one thing have to do with the other?! After all, one is a disease of the brain, the other affects peripheral tissues… Alzheimer’s has nothing to do with diabetes, right? ...Wrong!

The fact is that, in the last decade, physicians and scientists have found that diabetic patients have a much higher chance of developing Alzheimer than do patients who never had diabetes. Besides, it was recently found that neurons are also sensitive to insulin, and that its signal is really important for the normal functioning of the brain, including memory formation.

And that’s where we come in!

Our research

Our team, split into two laboratories focused on Alzheimer’s disease (LInDA and LDN, in their Portuguese acronyms), at the Federal University of Rio de Janeiro (UFRJ), recently found that toxins that accumulate in the Alzheimer’s brain attack neurons and make them insulin resistant—just like peripheral cells in diabetes—and that impairs brain function. Interesting, isn’t it?! But even more interesting is the possibility that stems from that discovery. Perhaps you are already asking yourself this question: Are medications that restore insulin sensitivity to peripheral tissues also capable of doing the same to the impaired neurons of Alzheimer’s patients?

In Science, interesting questions must not be left unanswered! Especially if the answer to these questions has the potential to positively impact the lives of millions of people, as it does in this case. Because of that, we are focused on finding that answer. We have already started on this research, and the results are quite encouraging! In our experiments, antidiabetic medications not only have been able to protect neurons in models that mimic what happens in Alzheimer’s, but have also reverted memory loss in these same models. These results are so promising that the National Institutes of Health (NIH-USA), based on our discoveries and those of other groups, have begun clinical trials to test the efficacy of these antidiabetic medications and of insulin itself in treating Alzheimer’s.

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Rewards

30,00 BRL (approx. 10 USD) – A Thank You email!

50,00 BRL (approx. 15 USD) – A high-resolution image of a neuron captured during our experiments!

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250,00 BRL (approx. 80 USD) – Campaign T-shirt AND mug + cognitive training (1-month plan) by the Neuroforma team

400,00 BRL (approx. 130 USD) – Cognitive training (1-year plan) by the Neuroforma team

700,00 BRL (approx. 220 USD) – 3.28 ft. x 2.46 ft. framed image of neurons captured during our experiments!

1000,00 BRL (approx. 320 USD) – Guided visit to the UFRJ research Labs and lecture!

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