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Apoie a pesquisa que pode trazer um novo e eficaz tratamento para o Alzheimer

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R$ 3.499
alcançados de R$ 10.000
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Apoie a pesquisa que pode trazer um novo e eficaz tratamento para o Alzheimer

Neste exato momento mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo estão sofrendo com Alzheimer. Uma doença incurável e devastadora para os pacientes, seus familiares e cuidadores.

Porém, agora, você pode ser parte fundamental de um novo tratamento e talvez até de solução para esse terrível mal!

Uma nova pesquisa revolucionária, sendo desenvolvida no Brasil, poderá mudar a realidade de quem vive com Alzheimer. Estes estudos conectam o Diabetes e o Alzheimer, trazendo a possibilidade de que os medicamentos usados para tratar pacientes diabéticos sejam eficazes no tratamento de pacientes com Alzheimer.

Nós podemos estar perto de um novo tratamento e precisamos da sua ajuda para prosseguir, buscando tratar essa doença devastadora e ajudar tantos pacientes e familiares.

Isso é possível por conta de uma série de pesquisas realizadas na última década, onde médicos e cientistas perceberam que pacientes diabéticos têm muito mais chance de desenvolver Alzheimer do que quem não teve a doença. Além disso, recentemente foi descoberto que neurônios também são sensíveis à insulina, resultando em um bom funcionamento do cérebro e na formação de memórias.

Seguindo com esta linha de pesquisa, a nossa equipe, dos Laboratórios de Investigação da Doença de Alzheimer (LinDA) e de Doenças Neurodegenerativas (LDN) da UFRJ, descobriu recentemente que toxinas que se acumulam no cérebro, na doença de Alzheimer, atacam diretamente os neurônios, tornando-os resistentes à insulina, o que prejudica o funcionamento cerebral.

Isso acontece da mesma maneira que no diabetes, onde as toxinas atacam as células periféricas, que passam a "não sentir" mais o sinal da insulina e deixando de absorver glicose no sangue.


No Alzheimer, essas alterações químicas no cérebro causam, pouco a pouco, a perda da capacidade de cada neurônio se comunicar. Essa comunicação é fundamental para que nosso cérebro possa exercer funções como memória, raciocínio, linguagem e as emoções; funções que são comprometidas com o mal de Alzheimer. Já no Diabetes, os níveis de glicose no sangue aumentam gerando consequências graves para o organismo, uma vez que os tecidos do corpo, como músculo, gordura e fígado, precisam da insulina para absorverem glicose.

Felizmente, ao contrário da doença de Alzheimer, já existem diversos medicamentos muito eficazes e capazes de controlar o Diabetes tipo 2. O que esses medicamentos fazem, basicamente, é restaurar a capacidade dos tecidos de “sentir” o sinal da insulina e responder apropriadamente a ela.

Talvez você mesmo já esteja se perguntando: Será que os medicamentos que restauram a sensibilidade dos tecidos periféricos à insulina no Diabetes são capazes de fazer o mesmo com os neurônios doentes dos pacientes com Alzheimer?

As pesquisas já começaram e, seus resultados são bastante animadores! Nos experimentos de nossa equipe, os medicamentos antidiabéticos vêm se mostrando capazes não só de proteger os neurônios, mas como também reverter quadros já instalados de perda de memória.

Os resultados são tão promissores que até mesmo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), baseado em nossas descobertas e nas de outros grupos, deu início a estudos clínicos com pacientes para avaliar a eficácia destes medicamentos antidiabéticos e da própria insulina no tratamento da doença de Alzheimer.

Pensar que um tratamento eficaz para o Alzheimer pode estar ficando cada vez mais perto do que imaginávamos é muito animador! E, por isso, as pesquisas não podem parar!

Precisamos da sua ajuda para impulsionar essas pesquisas de ponta, feitas aqui no Brasil, sobre a doença de Alzheimer. Você pode fazer parte desta revolução colaborando nessa campanha. Vamos juntos buscar novos medicamentos para prevenir e tratar o Alzheimer - ou quem sabe, até mesmo curá-lo.

Torne-se um membro fundamental, de nossa equipe de cientista. Contribuindo, com uma causa tão nobre, você estará ajudando a avançarmos no tratamento da doença de Alzheimer e ainda ganhara várias recompensas:

R$35,00 Pulseira de silicone da campanha # AjudeaLembrar

R$ 60,00 Assinatura de dois meses do ChefsClube®, Apaixonados por Gastronomia

R$ 80,00 Álbum de memórias digital

R$ 120,00 Caneca da campanha #AjudeaLembrar

R$ 120,00 Camisa da campanha #AjudeaLembrar

R$ 300,00 Camisa ou canecas + Cérebro de pelúcia da campanha #AjudeaLembrar

R$ 500,00 Camisa ou caneca + Plano anual de treinamento cognitivo na plataforma NeuroForma®, Academia do Cérebro

R$ 700,00 Quadro exclusivo com imagens de neurônio obtida durante a pesquisa.

R$ 3.000,00 10 vagas em minicurso de 8h sobre Alzheimer e neurociência.

R$ 5.000,00 Reunião presencial ou por Skype com os chefes do grupo de pesquisa para discutir os últimos avanços e perspectivas no tratamento do Alzheimer.

Nosso equipe já vem desenvolvendo esta linha de pesquisa a alguns anos, como podemos ver nessas reportagens:

O Globo - Alzheimer é um diabetes do cérebro

UOL Notícias - Brasileiros lideram pesquisa buscando causa e tratamento para o alzheimer

Rede GLOBO - Remédios antidiabetes podem tratar Alzheimer

Esse processo é muito caro, e é aí que precisamos de seu apoio. O dinheiro será utilizado para comprar reagentes, manutenção dos biotérios e dos diversos equipamentos usados na pesquisa.

Muito obrigado pelo seu apoio. Fique atento à página de nosso projeto pois estaremos sempre postando atualizações sobre o andamento da pesquisa.

APOIO:

 
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R$ 3.499
alcançados de R$ 10.000
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Você pode apoiar esta campanha até o dia 10/04/2018 às 23h59m59s
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Período de campanha
18/12/2017 - 10/04/2018 (113 dias)
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Uma nova pesquisa revolucionária, sendo desenvolvida no Brasil, poderá mudar a realidade de quem vive com Alzheimer. Estes estudos conectam o Diabetes e o Alzheimer, trazendo a possibilidade de que os medicamentos usados para tratar pacientes diabéticos sejam eficazes no tratamento de pacientes com Alzheimer.

Nós podemos estar perto de um novo tratamento e precisamos da sua ajuda para prosseguir, buscando tratar essa doença devastadora e ajudar tantos pacientes e familiares.

Isso é possível por conta de uma série de pesquisas realizadas na última década, onde médicos e cientistas perceberam que pacientes diabéticos têm muito mais chance de desenvolver Alzheimer do que quem não teve a doença. Além disso, recentemente foi descoberto que neurônios também são sensíveis à insulina, resultando em um bom funcionamento do cérebro e na formação de memórias.

Seguindo com esta linha de pesquisa, a nossa equipe, dos Laboratórios de Investigação da Doença de Alzheimer (LinDA) e de Doenças Neurodegenerativas (LDN) da UFRJ, descobriu recentemente que toxinas que se acumulam no cérebro, na doença de Alzheimer, atacam diretamente os neurônios, tornando-os resistentes à insulina, o que prejudica o funcionamento cerebral.

Isso acontece da mesma maneira que no diabetes, onde as toxinas atacam as células periféricas, que passam a "não sentir" mais o sinal da insulina e deixando de absorver glicose no sangue.


No Alzheimer, essas alterações químicas no cérebro causam, pouco a pouco, a perda da capacidade de cada neurônio se comunicar. Essa comunicação é fundamental para que nosso cérebro possa exercer funções como memória, raciocínio, linguagem e as emoções; funções que são comprometidas com o mal de Alzheimer. Já no Diabetes, os níveis de glicose no sangue aumentam gerando consequências graves para o organismo, uma vez que os tecidos do corpo, como músculo, gordura e fígado, precisam da insulina para absorverem glicose.

Felizmente, ao contrário da doença de Alzheimer, já existem diversos medicamentos muito eficazes e capazes de controlar o Diabetes tipo 2. O que esses medicamentos fazem, basicamente, é restaurar a capacidade dos tecidos de “sentir” o sinal da insulina e responder apropriadamente a ela.

Talvez você mesmo já esteja se perguntando: Será que os medicamentos que restauram a sensibilidade dos tecidos periféricos à insulina no Diabetes são capazes de fazer o mesmo com os neurônios doentes dos pacientes com Alzheimer?

As pesquisas já começaram e, seus resultados são bastante animadores! Nos experimentos de nossa equipe, os medicamentos antidiabéticos vêm se mostrando capazes não só de proteger os neurônios, mas como também reverter quadros já instalados de perda de memória.

Os resultados são tão promissores que até mesmo o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), baseado em nossas descobertas e nas de outros grupos, deu início a estudos clínicos com pacientes para avaliar a eficácia destes medicamentos antidiabéticos e da própria insulina no tratamento da doença de Alzheimer.

Pensar que um tratamento eficaz para o Alzheimer pode estar ficando cada vez mais perto do que imaginávamos é muito animador! E, por isso, as pesquisas não podem parar!

Precisamos da sua ajuda para impulsionar essas pesquisas de ponta, feitas aqui no Brasil, sobre a doença de Alzheimer. Você pode fazer parte desta revolução colaborando nessa campanha. Vamos juntos buscar novos medicamentos para prevenir e tratar o Alzheimer - ou quem sabe, até mesmo curá-lo.

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R$35,00 Pulseira de silicone da campanha # AjudeaLembrar

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R$ 500,00 Camisa ou caneca + Plano anual de treinamento cognitivo na plataforma NeuroForma®, Academia do Cérebro

R$ 700,00 Quadro exclusivo com imagens de neurônio obtida durante a pesquisa.

R$ 3.000,00 10 vagas em minicurso de 8h sobre Alzheimer e neurociência.

R$ 5.000,00 Reunião presencial ou por Skype com os chefes do grupo de pesquisa para discutir os últimos avanços e perspectivas no tratamento do Alzheimer.

Nosso equipe já vem desenvolvendo esta linha de pesquisa a alguns anos, como podemos ver nessas reportagens:

O Globo - Alzheimer é um diabetes do cérebro

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Esse processo é muito caro, e é aí que precisamos de seu apoio. O dinheiro será utilizado para comprar reagentes, manutenção dos biotérios e dos diversos equipamentos usados na pesquisa.

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